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Dia 8 de março – Dia de Luta das Mulheres e dos Brasileiros

O Dia Internacional da Mulher foi instituído pelas Organizações das Nações Unidas (ONU) em 1977, mas em 1975, foi a primeira vez em que se comemorou oficialmente a data, para lembrar as conquistas sociais, econômicas e políticas das mulheres. Muito antes, no entanto, essa batalha por igualdade teve outros marcos, anteriores até mesmo à morte das 130 operárias no incêndio, quando teciam um pano lilás, numa tecelagem nova-iorquina, em 1911, que marcou as lutas feministas no século XX. As organizações feministas já eram bastante atuantes desde meados do século XIX.

A liderança do partido socialista alemão, Clara Zetkin, foi a mulher responsável pela celebração da data pela primeira vez, em 1911. Em 1920, a data foi mudada para o 8 de março em memória das mulheres russas que marcharam em 1917 por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Os protestos foram brutalmente reprimidos, precipitando o início da Revolução de 1917. Em 1975, a Organização das Nações Unidas ratificou a data que, hoje, é lembrada no mundo inteiro.

No Brasil, só em 1932 a Constituição assegurou o voto feminino. Em 1985, o Brasil ganhou sua primeira delegacia da mulher. Há, sem dúvida, muito por fazer. As mulheres ainda ganham menos que os homens, estão menos presentes em cargos de liderança, exercem a dupla jornada e, em pleno 2018, são figuras raras no primeiro escalão do Governo Federal, e ainda são vítimas de violência e desigualdades.

Nesse dia 8 de março de 2018, é também o dia de luta dos Brasileiros, em defesa das conquistas sociais, contra o congelamento do orçamento federal em educação e saúde, e que os trabalhadores tenham direitos sociais e salariais dignos.

Pensar numa sociedade democrática, no serviço público cidadão, significa participação das pessoas na vida e decisão dos seus processos, não só de escolha parlamentar, mas na construção cotidiana de novas relações de poder, onde a população e os trabalhadores sejam chamados a definir os planejamentos estratégicos dos órgãos públicos e que haja um controle em fóruns democráticos, internos e externos.

Pensar numa sociedade democrática em que homens e mulheres sejam tratados de igual para igual, significa dar as condições para que mulheres estudem, trabalhem e recebam a mesma remuneração pela mesma tarefa, que não haja discriminação pela cor, orientação sexual ou gênero. Que independente de concordar ou não, que a humanidade se respeite. Que mulheres não sejam vítima de nenhuma violência, seja física, sexual, psicológica ou econômica.

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Vamos nos mobilizar, na construção de uma sociedade participativa e democrática, construindo uma crescente mobilização para enfrentar os desafios e reforçar os laços de bandeiras históricas das mulheres.

Poderíamos citar muitas colegas da pista e da administração, de várias partes do país, todas merecem nossa homenagem hoje e sempre, porém, os cargos não desmerece ninguém, no meu entender temos colegas guerreiras, trabalhadoras na administração, que merecem o nosso aplauso e homenagens também, pois em qualquer setor de ponta, se não houver o setor de apoio para os que vão pro front as coisas não andam, se nós procurarmos no Brasil todo, em todas as unidades federativas e no DPRF, encontraremos essas mulheres de fibra com todos os predicados que merecem, além do dom da vida!... Eu as invejo. Meus parabéns guerreiras de verdade.

Dia da mulher –  “...a mulher é o mais sublime dos ideais, se Deus fez para o homem um trono, pra mulher fez um altar. O trono exalta, o altar santifica. O homem é forte pela razão, a mulher invencível pelas lágrimas. A razão convence, as lágrimas comovem. O homem é águia que voa, a Mulher pássaro que canta. O homem está colocado onde termina a terra, a mulher, onde começa o céu.” No dia da Mulher e nos outros 364 dias também.

A AMPOL comemorou o Dia Internacional da Mulher em grande estilo, sendo referenciada por parlamentares e anunciada duas vezes pela presidência da Mesa, durante a solenidade do Dia Internacional da Mulher na Câmara. Diversas  citações  ao nome da nossa presidente Creuza Camelier. O deputado Subtenente Gozaga anunciou o projeto de lei do assédio moral, da lavra da nossa presidente, que está sendo apresentado por ele. As mulheres policiais ficaram posicionadas nas primeiras fileiras do plenário, uma deferência da bancada feminina a nossa entidade. A PRF foi homenageada na Inspetora Lidia, que foi citada no discurso da presidente da mesa Deputada Soraya Santos. Esteve esteve presente a Inspetora PRF Gracielle.

Textos: Santana PRF/BA e Orlando PRF/GO.

Fonte: Grupo SINIPRF-BRASIL Whatsapp

Inspetor Acir da Fonseca Dantas

Diretor de Divulgação e Comunicação do SINIPRF-BRASIL

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